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fotos II Debate Realidade e Perspectivas da Classe Musical de Florianópolis

Confira as fotos do II Debate - Realidade e perspectivas da classe musical de Florianópolis, onde foi decidida a criação da Associação dos Músicos de Florianópolis. Muitos músicos não compareceram a reunião, devido à compromissos profissionais de fim de ano, mas nos contactaram confirmando o apoio total à iniciativa e a presença na reunião do dia 18 de janeiro, quando oficializaremos a Associação.
Musica é renda para todos.Música é trabalho!

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Almoço com duas grandes figuras da cidade

Ontem fui almoçar no Bar do Arante com o Edson Andrino.
Fiquei por mais de uma hora, ouvindo o Arantinho e o Edson relembrarem a história política da nossa cidade na década de 80 e seus personagens. No cardápio, estopa de arraia - que chegou fresquinha pela manhã - com pirão de feijão servida pelo Alan, outra figuraça do Pântano do Sul.

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Almoço com duas grandes figuras da cidade

Ontem fui almoçar no Bar do Arante com o Edson Andrino.
Fiquei por mais de uma hora, ouvindo o Arantinho e o Edson relembrarem a história política da nossa cidade na década de 80 e seus personagens. No cardápio, estopa de arraia - que chegou fresquinha pela manhã - com pirão de feijão servida pelo Alan, outra figuraça do Pântano do Sul.

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Minha homenagem desta terça-feira:Tatiana Cobbett

Arte, poesia, atitude e generosidade. Dentre tantas palavras que poderiam definir a Tatiana, escolhi estas quatro.

Conheci a Tatiana faz 16 anos, em uma das minhas vindas pra cá, já que na época eu morava no Rio. Ela tinha recém chegado em Florianópolis e juntamente com seu parceiro Marcoliva, me convidou para produzir o primeiro CD da dupla. Fomos os três para São Paulo e durante 10 dias, nos trancamos no Estúdio Insonoris Causa, em Pinheiros, até acabarmos as gravações. Sua cabeça cheia de ideias e sua clareza em relação ao que queria, somadas a uma energia e uma vivacidade impressionantes, me fascinaram. E assim nos tornamos amigos e desde então nutro por ela uma admiração profunda. E um respeito inabalável.
Bailarina por formação, integrou durante 12 anos, um dos mais importantes grupos de dança do país, o Ballet Stagium, na época, dirigido pela genial bailarina e coreografa Marika Gidali. No teatro, trabalhou com grandes diretores, entre eles, Naum Alves de Souza, atuando, escrevendo e dirigindo por exemplo, o espetáculo Mulheres de Holanda, sucesso de público e crítica na história do teatro brasileiro
No final da década de 90, mudou-se com sua família para Florianópolis. Aqui conheceu o cantor e violonista gaúcho Marcoliva, o Nego, como ela costuma chamar. Começou aí uma grande parceria. Tatá emprestou ao trabalho sua genialidade como letrista, sua originalidade como cantora e sua alma de mulher guerreira e que sabe o que quer. E o Marcoliva veio com sua linda voz, seu violão vigoroso e original, e sua alma de homem dos pampas, influenciado pela música da fronteira, pela música latina e pela música do seu Rio Grande.
Juntaram o samba, o chamamé, o jongo, o nativismo, o flamenco, um pouco de jazz, um pouco de tudo...E nasceu dai, um dos mais lindos e originais trabalhos da cena independente da MPB atual. Surgiu daí, a Sonora Parceria. E hoje os dois vivem pelo mundo levando este trabalho a todos os cantos.
O coração e a sabedoria da Tatá, são gigantes. Sua generosidade é inigualável. E sua alma é pura poesia. Mulher forte, esposa, mãe , avó, artista por vocação, está sempre pronta pra acolher todos que chegam ao seu quintal. 
Você chegou trazendo consigo uma infinidade de coisas para nos ensinar.
Nessa cidade que você ama e que você escolheu para viver, sua presença faz muita diferença. Pode ter certeza disso.

Beijo,Tatazinha!

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Escárnio

Quem tem vergonha na cara e decência, sempre terá por parte das pessoas, a chance de se redimir. Quem nunca errou.Eu já errei, você errou, todos já erraram um dia. Cito um exemplo: um cara chega em casa bêbado e briga com a mulher na frente dos filhos. Se o cara for decente,  vai reconhecer seu erro, vai se desculpar com a família e com certeza receberá por parte deles o perdão. Agora se o cara começa a encher a cara todo dia, vai perder o respeito por parte da família e com certeza o respeito de toda sociedade.Ah, esse aí é um cachaceiro, caco, vagabundo. Meu pai é isso ai mesmo, dirá algum filho. Esse é a vergonha da família, dirá outro.Ah, esse já perdeu a vergonha na cara mesmo, não tem mais jeito. E não havendo outra saída,o anormal passa  a ser normal. Outro dia conversei com a esposa de um amigo que é juíza na região serrana e ela me contou que prendeu um cara que batia na mulher.Ela ouviu do preso a seguinte pérola:" doutora, por que eu tenho que ir preso? Bato na minha mulher há 20 anos e nunca aconteceu nada".

A linha que divide o absurdo do normal é tênue.

Digo isso, porque na semana que passou, a mídia reproduziu a frase da ministra Carmen Lúcia dizendo que " num momento recente da história, a esperança venceu o medo.Depois com o Mensalão, o cinismo venceu a esperança.E que agora o escárnio  venceu o cinismo".

Acabo de ver a entrevista do sórdido Eduardo Cunha sobre novas acusações feitas à ele sobre uma propina de 45 milhões que ele teria recebido para aprovar uma emenda favorecendo o BTG, e não tenho dúvidas que o escárnio é a palavra que melhor define a relação de grande parte dos políticos deste pais com o povo e com as instituições.

Queria ajudar o Cerveró a fugir para a Espanha por razões humanitárias, disse o lider do governo no Senado, Delcídio do Amaral, para o delegado que o interrogou na semana passada.

Somos definitivamente a república do escarnio.

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debate - a REALIDADE E AS PERSPECTIVAS DA CLASSE MUSICAL DE FLORIANÓPOLIS

É hoje o encontro que vamos fazer na Célula Cultural do João Paulo, à partir das 20 horas, para debatermos as questões relativas a nossa classe , no intuito de elaborarmos um documento que servirá de base para o meu projeto de candidatura a vereador.

Acesse o link abaixo e saiba mais sobre este encontro.

https://www.facebook.com/events/422925011236543/

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UM SHOW ESPETACULAR

Ontem assisti um dos melhores shows de guitarra da minha vida.

Não foi no Rio, SP, no exterior, nem em nenhuma grande casa de espetáculos do mundo.Não foi com nenhum astro internacional, nem com nenhum um ícone mundial da guitarra.

Foi aqui mesmo. No TAC. Foi o show do espetacular e cada vez mais surpreendente guitarrista ilhéu Luciano Bilu, um dos grandes do Brasil e que a cidade tem que reverenciar e conhecer melhor.

O Bilú poderia estar tocando nos maiores palcos do mundo, para as maiores plateias do mundo. O Bilú é um daqueles guitarristas que não se encontra mais em qualquer lugar.

Palavras para definí-lo? Sonoridade, bom gosto, virtuosismo e técnica, seriam algumas.

Mas o que mais se destaca na minha opinião - e ontem conversei bastante sobre isso com o Chico Martins, outro grade guitarrista - são suas idéias. Cada musica um som diferente, um solo diferente, uma forma diferente de se expressar e de nos surpreender. Sua cabeça é fértil, sua sensibilidade é gigante, suas composições são lindas, sua verve é invejável e o som que ele tira do seu instrumento é divino. Com um time de primeiríssima formado por Rafael Bastos na bateria, Baba Jr no baixo, Johnny Sonntag nos teclados e Dinho Stormovski na guitarra, " nosso"  Bilu mostrou mais uma vez na noite de ontem, que é um guitarrista diferenciado e que é um dos grandes guitarristas do país.

Grava esse show e manda pro mundo, meu irmão!

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UM SHOW ESPETACULAR

Ontem assisti um dos melhores shows de guitarra da minha vida.

Não foi no Rio, SP, no exterior, nem em nenhuma grande casa de espetáculos do mundo.Não foi com nenhum astro internacional, nem com nenhum um ícone mundial da guitarra.

Foi aqui mesmo. No TAC. Foi o show do espetacular e cada vez mais surpreendente guitarrista ilhéu Luciano Bilu, um dos grandes do Brasil e que a cidade tem que reverenciar e conhecer melhor.

O Bilú poderia estar tocando nos maiores palcos do mundo, para as maiores plateias do mundo. O Bilú é um daqueles guitarristas que não se encontra mais em qualquer lugar.

Palavras para definí-lo? Sonoridade, bom gosto, virtuosismo e técnica, seriam algumas.

Mas o que mais se destaca na minha opinião - e ontem conversei bastante sobre isso com o Chico Martins, outro grade guitarrista - são suas idéias. Cada musica um som diferente, um solo diferente, uma forma diferente de se expressar e de nos surpreender. Sua cabeça é fértil, sua sensibilidade é gigante, suas composições são lindas, sua verve é invejável e o som que ele tira do seu instrumento é divino. Com um time de primeiríssima formado por Rafael Bastos na bateria, Baba Jr no baixo, Johnny Sonntag nos teclados e Dinho Stormovski na guitarra, " nosso"  Bilu mostrou mais uma vez na noite de ontem, que é um guitarrista diferenciado e que é um dos grandes guitarristas do país.

Grava esse show e manda pro mundo, meu irmão!

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Dinho Stormowski

Semana passada fui fazer 3 shows no Uruguai e em uma das entrevistas que fiz numa rádio em Montevideo, o radialista me perguntou de maneira bem humorada: o que está fazendo um polaco na sua banda? Tens que ver esse polaco no samba e na bossa, disse eu em tom de brincadeira.

Esse polaco é o meu grande amigo e parceiro Dinho Stormowski, natural de Chapecó, filho da Dona Clarite e um dos grandes guitarristas que conheci na vida. 

Em 2007 conheci o Dinho como concorrente na eliminatória do FEMIC em sua cidade.

Raramente eu prestava especial atenção em algum concorrente, já que eu coordenava todo festival e por incrível que pareça, nem tinha tempo para prestar atenção à música.

Mas lembro-me bem que a tarde, durante a passagem de som cheguei pro Ivan Schmidt, um dos diretores do festival e perguntei: Ivan, quem é esse galego aí? Ele apareceu com aquela música diferenciada, bem construída, sofisticada e cheia de balanço, despertando em mim muita curiosidade.

Passado um ano, descubro que o Polaco estava morando aqui e estudando musica na UDESC. Fui atrás dele e o convidei para participar da minha banda e gravar meu DVD. Pronto. Foi o início de uma grande amizade e de uma grande parceria.

Costumo dizer que eu ele tocando somos uma pessoa só. No meu trabalho revezamos a guitarra e o violão e é incrível como tocamos parecido. Temos uma afinidade e uma cumplicidade musical impressionantes. 

Respeitado e admirado por todos os seus colegas de profissão, o Dinho é um guitarrista/ violonista excepcional e de uma versatilidade incrível. Toca maravilhosamente bem qualquer estilo, seja pop, rock, samba, mpb, enfim, toca o que tiver que tocar.

E isso é um privilégio de poucos. Aliás, privilégio maior é o nosso, de tê-lo ao nosso lado.

Além de ter seu trabalho solo, o Dinho desenvolve vários projetos com músicos da cidade –entre eles um projeto com a obra do Gilberto Gil que é um sucesso - toca com vários artistas, está participando do novo trabalho do guitarrista Chico Martins e constantemente substitui o Moriel na banda Dazaranha.

Polaco, sou teu fã. E daqueles ardorosos. Sucesso e obrigado por poder contar contigo sempre. 

E tenho certeza que nossos amigos em comum que tem o privilégio de tocar ao teu lado, te diriam o mesmo nesse momento.

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